O sentido da vida…
A morte é um estado tal como a vida, embora este último bem mais dinâmico e o primeiro inerte, apático ou passivo. Se sou biológico, se sou natural, se sou como uma flor ou um animal, existo não com um objectivo específico mas simplesmente existo e pertencendo à vida, tal como à morte pertenço e com ela continuarei a existir embora não na mesma matéria da vida. E já que agora estou vivo(a), vou apenas desfrutar deste estado de existência, tentando e fazendo que ele perdure o mais possível. Nada mais sou senão um ser!
Sobre a utilidade e investimento do meu tempo de vida:
O tempo que passo neste estado de vida é escasso! O tempo que perco com coisas “más”, como a negatividade, o medo, a ansiedade, os vícios, as discussões ou as implicações, não está a ser investido em coisas positivas, como sejam a saúde, o meu bem-estar físico, psicológico ou emocional, estimar quem amo e ser estimado, apreciar coisas “belas”... Não fará sentido pensar demasiado sobre a vida ou sobre o seu significado segundo esta perspectiva, porque a vida somente ocorre para ser vivida e não demasiadamente pensada ou até temida.