You

You’re rebel in your unique and personal way You’re crazy when you believe in human race You’re pretty while you smile You’re funny while you talk You’re perfectly simple but, at the same time, you’re a peculiar guy You’re so you, but the truth can hurt too!

Temos Pena

Sempre gostei do teu jeito
Mais até do que devia
Podemos mudar o nosso modo
Podemos conter o nosso medo
Ou viver a braços com o desejo
Mas dificilmente mudarás o teu ser
Foi uma viagem louca, pelo menos para quem a sentiu,
Questiono-me agora sobre o seu significado, a sua utilidade
Pois só restou a certeza de que a vida nos fode a todos, um a um!
Temos pena, mantém a fé, boa jornada!

O sentido da vida e da morte

O sentido da vida…
A morte é um estado tal como a vida, embora este último bem mais dinâmico e o primeiro inerte, apático ou passivo. Se sou biológico, se sou natural, se sou como uma flor ou um animal, existo não com um objectivo específico mas simplesmente existo e pertencendo à vida, tal como à morte pertenço e com ela continuarei a existir embora não na mesma matéria da vida. E já que agora estou vivo(a), vou apenas desfrutar deste estado de existência, tentando e fazendo que ele perdure o mais possível. Nada mais sou senão um ser!

Sobre a utilidade e investimento do meu tempo de vida:

O tempo que passo neste estado de vida é escasso! O tempo que perco com coisas “más”, como a negatividade, o medo, a ansiedade, os vícios, as discussões ou as implicações, não está a ser investido em coisas positivas, como sejam a saúde, o meu bem-estar físico, psicológico ou emocional, estimar quem amo e ser estimado, apreciar coisas “belas”... Não fará sentido pensar demasiado sobre a vida ou sobre o seu significado segundo esta perspectiva, porque a vida somente ocorre para ser vivida e não demasiadamente pensada ou até temida.