Dás-te sem medo, sem limite
P’la noite dentro e p’lo jardim
Na alvorada sorris e cantas
Mas regressas ao teu pranto
Vislumbrando o céu cinzento
Rasgos de sol pelas brechas do teu corpo
As abertas do amor
Que só mais parecem dor
Destroços lançados ao mar
Na areia dunas de amargura
Pela água flutua a saudade
Pela praia avanças mudo, calado