Dádiva

Matas o amor do teu mais fiel seguidor
Desejas o sabor de ser um mal amado
Ironia da vida, há quem chame destino
A este imenso e continuo dissabor

Se me dou, não te dás
Se te quero, não me queres
Quando me quiseres…
Quando te quiser…

A vida dá, tira e leva
É a velha soberana
Mãe dos seus seguidores